Blog de sol-cintilante
  

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Escrito por sol-cintilante às 18h23
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    XAUDADE DO MEU BLOGUINHO! 



Escrito por sol-cintilante às 18h21
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Escrito por sol-cintilante às 23h22
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   Ela é doideira

Qndo eu a vi pensei ela é roqueira0
No domingo tava achando q era pagodeira
Qndo a vi ouvindo rap disse: ela é funkeira
À noite tava pedindo: Deus q ela me queira
Qndo ela sorriu p/ mim vi q era verdadeira
Mas qndo a gent dançou vi q era forrozeira
É linda se garant no q faz
Ela é maravilhosa, ela é d+
É linda se garant no q faz
Ela é maravilhosa...
Qndo beijei sua bok vi q era doideira
Qndo ela ficou zangada vi q era madeira
Ela é coisa d louco, ñ é brinkdeira
É mulher p/ td hora, ñ mark bobeira
Qndo a tenho em meus braços me dá suadeira
Mas o q a deixa + gostosa é q ela é forrozeira
É linda se garant no q faz
É maravilhosa, ela é d+
É linda se garant no q faz
Ela é maravilhosa, ela é d+
Hip hop, funk, rap, ela é maneira
Saia justa deixa os kras tds d bobeira
Ela abala as estruturas, queira ou ñ queira
Ô mulher maravilhosa, q mulher faceira
Qndo dança eu viajo nela a noite inteira
Mais u que a deixa mais gostosa é que ela é forrozeira...



Escrito por sol-cintilante às 13h52
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O Amor

Amor é um fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer;
É um solitário andar por entre a gente;
É um não contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;

É um estar-se preso por vontade;
É servir a quem vence o vencedor;
É um Ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode o seu favor
Nos mortais corações conformidade,
Sendo a si tão contrário o mesmo Amor ?"


(LUÍS VAZ DE CAMÕES)



Escrito por sol-cintilante às 16h39
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Palavras


Espada entre flores,
rochedo nas águas,
assim firmes, duras,
entre as coisas fluídas,
fiquem as palavras,
as vossas palavras.

Pois se por acaso
dentro dos sepulcros
acordassem as almas
e em sonhos confusos
suspirassem rumos
de histórias passadas
e houvesse um tumulto
de ânsias e de lágrimas,

- lembrassem as lágrimas
caídas no mundo
nas noites amargas
cercadas dos muros
das vossas palavras. 
Todas as palavras.

Nos espelhos puros
que a memória guarda,
fique o rosto surdo, 
a música brava
do humano discrurso.
De qualquer discurso.

Só de morete exata 
sonharão os justos,
saudosos de nada,
isentos de tudo,
pascendo auras claras,
livres e absolutos,
nos campos de prata
dos túmulo fundos.

No meio das águas,
das pedras, das nuvens,
verão as palavras:
estrelas de chumbo,
rochedos de chumbo.
A cegueira da alma.
O peso do mundo.

Adeus, velhas falas
e antigos assuntos!



Escrito por sol-cintilante às 16h33
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